Retinopatia diabética

A primeira causa de cegueira no Brasil

O que é a retinopatia diabética?

É uma manifestação ocular da diabetes tipo 1 ou 2 e uma das principais causas de cegueira. Ela se caracteriza por lesões nos vasos da retina que podem causar pequenos ou grandes sangramentos, levando a perda parcial ou total da visão, muitas vezes irreversível.  A retinopatia diabética é uma complicação grave, que evolui lentamente, sendo, junto com a catarata,  uma das complicações mais graves do diabetes.

Quais são as causas?

O aumento dos níveis de açúcar no sangue (glicemia) - que caracteriza o diabetes - causa alterações nos pequenos vasos sanguíneos da retina no interior do olho. Os vasos alterados deixam sair líquido e sangue para a retina, reduzindo a visão.


Em alguns casos, desenvolvem-se vasos anormais na retina. Sendo muito frágeis e sangrando facilmente, estes vasos levam à formação de tecido fibroso que repuxa a retina. Neste estádio grave, a doença designa-se retinopatia diabética proliferativa.

Quais são os sintomas da retinopatia diabética?

Inicialmente não há sintomas, daí a importância dos diabéticos vigiarem a sua visão, através de exames médicos oculares regulares. Eles devem ser realizados conforme orientação de seu oftalmologista, mas normalmente são feitos anualmente.

Visão afetada pela retinopatia diabética: manchas
ao centro que vão aumentando até levar à cegueira, se não houver tratamento

Como é diagnosticada?

Exames oftalmológicos como a fundoscopia (exame de fundo de olho) e  a retinografia fluorescente (fotos que mostram o estado dos vasos da retina) podem detectar alterações da retina em estágios iniciais. O dignóstico precoce é fundamental para que se possa tratar a retinopatia diabética o quanto antes, evitando grandes complicações e danos irreversíveis da visão. Mas para isso, o paciente com diabetes deve fazer os exames periódicos, redobrando os cuidados com seus olhos.

 

Como se trata?

A retinopatia diabética é tratada com laser, num procedimento chamado de fotocoagulação com laser argônio.  O tratamento previne perdas visuais adicionais e sana as lesões da retina. A fotocoagulação deve ser indicada e realizada pelo oftalmologista. Para prevenção, além das consultas periódicas, é fundamental que o doente controle os níveis de açúcar no sangue desde as fases iniciais da doença.

 

Quer saber mais?

Dra. Ana Paula Furtado, chefe do departamento de retina do Visão Institutos Oftalmológicos Associados INBOL/ISOB, fala sobre a doença, no quadro do Dr. Visão. Confira!

 
 
 

O que é a retinopatia diabética?

É uma manifestação ocular da diabetes tipo 1 ou 2 e uma das principais causas de cegueira. Ela se caracteriza por lesões nos vasos da retina que podem causar pequenos ou grandes sangramentos, levando a perda parcial ou total da visão, muitas vezes irreversível.  A retinopatia diabética é uma complicação grave, que evolui lentamente, sendo, junto com a catarata,  uma das complicações mais graves do diabetes.

Quais são as causas?

O aumento dos níveis de açúcar no sangue (glicemia) - que caracteriza o diabetes - causa alterações nos pequenos vasos sanguíneos da retina no interior do olho. Os vasos alterados deixam sair líquido e sangue para a retina, reduzindo a visão.


Em alguns casos, desenvolvem-se vasos anormais na retina. Sendo muito frágeis e sangrando facilmente, estes vasos levam à formação de tecido fibroso que repuxa a retina. Neste estádio grave, a doença designa-se retinopatia diabética proliferativa.

Quais são os sintomas da retinopatia diabética?

Inicialmente não há sintomas, daí a importância dos diabéticos vigiarem a sua visão, através de exames médicos oculares regulares. Eles devem ser realizados conforme orientação de seu oftalmologista, mas normalmente são feitos anualmente.

Visão afetada pela retinopatia diabética: manchas
ao centro que vão aumentando até levar à cegueira, se não houver tratamento

Como é diagnosticada?

Exames oftalmológicos como a fundoscopia (exame de fundo de olho) e  a retinografia fluorescente (fotos que mostram o estado dos vasos da retina) podem detectar alterações da retina em estágios iniciais. O dignóstico precoce é fundamental para que se possa tratar a retinopatia diabética o quanto antes, evitando grandes complicações e danos irreversíveis da visão. Mas para isso, o paciente com diabetes deve fazer os exames periódicos, redobrando os cuidados com seus olhos.

 

Como se trata?

A retinopatia diabética é tratada com laser, num procedimento chamado de fotocoagulação com laser argônio.  O tratamento previne perdas visuais adicionais e sana as lesões da retina. A fotocoagulação deve ser indicada e realizada pelo oftalmologista. Para prevenção, além das consultas periódicas, é fundamental que o doente controle os níveis de açúcar no sangue desde as fases iniciais da doença.

 

Quer saber mais?

Dra. Ana Paula Furtado, chefe do departamento de retina do Visão Institutos Oftalmológicos Associados INBOL/ISOB, fala sobre a doença, no quadro do Dr. Visão. Confira!

 
 
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João Luiz Pacini Costa - Oftalmologista - Diretor Técnico Médico - CRM 3862-DF
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