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Alfabeto Braille

por admin última modificação 03/06/2016 22h29

O alfabeto Braille surgiu da necessidade sentida por Louis Braille de ter acesso à cultura escrita. Surge em 1824, na França, quando Braille tem acesso à “Escrita Noturna” do Capitão Charles Barbier de la Serre. Barbier cria uma escrita em relevo, quando Capitão da Artilharia do Exército de Louis XIII, para que os militares pudessem receber ordens de batalha e lê-las mesmo no escuro.

Braille teve acesso a essa escrita no Instituto Real para Cegos, para onde foi quando tinha 10 anos. Na verdade, ele nasceu com a visão normal, porém com 3 anos de idade, ao brincar com as ferramentas da oficina de seu pai, Louis Braille perfurou seu olho esquerdo e, por uma infecção não tratada, perdeu a visão do olho direito aos cinco anos.

O contato com a escrita de Barbier deu base para que Braille, aos 15 anos, criasse um alfabeto em relevo, de leitura tátil, usado até hoje, pelos cegos do mundo todo. Tal invenção recebeu seu nome: Alfabeto Braille.

As possíveis 63 combinações que formam esse alfabeto, além das letras, originaram a pontuação, a acentuação, os sinais matemáticos e a notação musical.

Em 1843, o Instituto Real para Cegos aceitou e adotou o Sistema Braille. Depois de 11 anos, o Sistema Braille chegou ao Brasil pelas mãos de Álvares de Azevedo*, com a criação do Imperial Instituto dos Meninos Cegos, hoje Instituto Benjamin Constant, no Rio de Janeiro.

O Sistema Braille, constituído por 63 sinais, organiza-se em uma estrutura de duas colunas com três linhas, resultando seis pontos, que recebem a numeração 1-2-3-4-5-6.

Fonte: Escola do Cego - Santa Luzia


Por que choramos?

por admin última modificação 03/06/2016 22h33

 

O choro é uma experiência muito normal: choramos quando estamos tristes, podemos chorar quando estamos muito alegres, quando sentimos saudades, quando cai um cisco no nosso olho ou mesmo quando estamos gripados.

As lágrimas saem dos nossos olhos principalmente quando estamos tristes, não é mesmo? Isso ocorre porque uma área do nosso cérebro, chamada sistema límbico, passa essa informação de tristeza pra frente, até ela chegar à estrutura que fabrica as lágrimas - a glândula lacrimal. Essa glândula é um saquinho formado de células que produzem a lágrima e que ficam bem próximas dos nossos olhos.   

Agora, é importante saber que nossos olhos produzem lágrimas o tempo todo. Você deve estar se perguntando: “então por que não escorre lágrima dos nossos olhos sempre?”. Isso não acontece porque existe um canal, uma espécie de canudinho, que liga nossos olhos ao nariz, e as lágrimas normalmente escorrem por esse canal e vão direto para a nossa garganta! Quando estamos tristes produzimos mais lágrimas do que pode escorrer pelo canal e elas acabam derramando, e assim choramos.   

Além disso, quando estamos resfriados ou com alergia, o catarro acaba fechando essa passagem e a lagrima derrama novamente, como se estivéssemos chorando, certo? Agora quando alguma coisa, como um cisco, cai em nossos olhos, produzimos mais lagrimas para tentar limpá-los. Na verdade o corpo faz isso o tempo todo porque a lágrima é que evita que nossos olhos ressequem, mantendo-os sempre hidratados e limpinhos. Isso é porque, além de água, existe uma substância chamada lisozima que ajuda a limpar as impurezas dos olhos e evita que eles se machuquem. Não é legal?

Fonte: Super Interessante.


Olhos vermelhos em fotografias

por admin última modificação 03/06/2016 22h37

Você já se perguntou qual o motivo de, às vezes, aparecermos com os olhos vermelhos nas fotos? Este fenômeno, que acaba sendo corrigido por filtros e outros recursos tecnológicos de câmeras e smartphones, costumava ser um problema na época do filme analógico. Mas, por que ficamos com os olhos vermelhos ao tirar fotos?

A pupila dos nossos olhos funciona de forma semelhante a uma máquina fotográfica: ela se abre e se fecha dependendo da quantidade de luz à qual você está exposto. Então, quando estamos em um lugar escuro, as nossas pupilas se dilatam o quanto podem para permitir que entre mais luz e, assim, possamos enxergar. Geralmente, é nestas situações de pouca luz que é empregado o uso do flash da câmera.

Quando o flash dispara, as pupilas continuam dilatadas, por conta da pouca luz até o momento. O vermelho que vemos nada mais é do que o sangue responsável pela oxigenação da retina, que fica em maior evidência por conta da forte luz do flash.

Nos animais como os cães, gatos e os cavalos o brilho branco, amarelo ou verde refletido nos olhos é causado pelo tapetum lucidum, uma camada reflexiva especial na retina dos olhos de muitos animais. Quando a luz brilha no tapetum lucidum, faz com que a pupila ‘brilhe’ em uma grande variedade de cores, devido à camada reflexiva na parte de trás de seus olhos.

Fonte: revistavivasaude.uol.com.br


Visual Médico na Idade Média

por admin última modificação 03/06/2016 22h42

Essa máscara misteriosa e darck é uma bela opção para o Halloween, não acham?

Mas, acreditem, esse era o traje dos médicos durante um dos períodos mais nefastos da história da humanidade: a propagação da peste negra. Sem uma medicina efetiva, principalmente por conta da inexistência de antibióticos, milhões de pessoas pereceram.

As roupas negras, acreditava-se, tinham a função de manter o médico afastado do contato com os infectados. A máscara em forma de bico de pássaro era uma espécie de filtro contra os gases onde eram colocadas ervas aromáticas para minimizar o odor das vítimas. A área para os olhos era preenchida por lentes de vidro.

A explicação para esse aspecto sombrio, bem distante dos atuais médicos, é até plausível quando olhamos com a visão da época, ainda limitada em termos tecnológicos.

 

Fonte: http://www.medicinaintensiva.com.br/peste-negra.htm


Seu pequenino é vesguinho?

por admin última modificação 03/06/2016 22h44


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João Luiz Pacini Costa - Oftalmologista - Diretor Técnico Médico - CRM 3862-DF
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